Cancioneiro

Cancioneiro

 

a collection of love poems and satirical poems of Spain and Portugal. Compiled in the 12th to 14th centuries in the Portuguese Galician dialect.

The oldest preserved cancioneiros are Cancioneiro da Ajuda; Cancioneiro da Vaticana (late 13th century); and the most complete compilation, Cancioneiro da Biblioteca Nacional (or da Colocci Brancuti), 16th-century copies of 14th-century originals. The collections brought together approximately 200 poets, whose verses paradoxically combine the traditions of Portuguese folk poetry with the influence of Provengal chivalrous lyric poetry.

Cancioneiros of poets writing in Spanish were first compiled in the 15th century: El cancionero de Baena (published 1851), compiled by Juan Alfonso Baena circa 1445; Cancionero de Stúñiga, published 1872; and Cancionero general, 1511, collected by Hernando del Castillo. In 1516 the Portuguese poet and humanist Garcia de Resende published an anthology of lyric and satiric works from the mid-15th century to the early 16th century in Portuguese and Spanish called Cancioneiro Geral.

REFERENCES

Menéndez Pidal, R. “Drevneishaia ispanskaia liricheskaia poeziia: Arabskaia poeziia i poeziia evropeiskaia.” In his book Izbrannye proizvedeniia: Ispanskaia literatura Srednikh vekov i epokhi Vozrozhdeniia. Moscow, 1961. (Translated from Spanish.)
Smirnov, A. A. Srednevekovaia literatura Ispanii. Leningrad, 1969.
Menéndez y Pelayo, M. Antología de poetas líricos castellanos …. vols. 1–13. Madrid, 1890–1908.
Rodrigues Lapa, M. Liçoes de literatura portuguesa: Época medieval, 3rd ed. Coimbra, 1952.

A. I. DROBINSKII and Z. I. PLAVSKIN

References in periodicals archive ?
After a century and a half of troubadour lyric, poetry disappeared from the Portuguese writings up to the 16th century, when Garcia de Resende decided to collect poetic texts produced throughout the 15th century and beginning of 16th century in his Cancioneiro Geral, published in 1516.
(4) Tambem a lengalenga acumulativa O Castelo de Chuchurumel, que fazia parte do cancioneiro oral infantil portugues ate sensivelmente as decadas de 60 ou 70 do seculo passado, desapareceu da tradicao oral.
O principal interlocutor de Silvio Romero foi Jose de Alencar, pois seus primeiros estudos iniciaram-se como base para refutar um escrito de Alencar chamado "O nosso cancioneiro popular", justamente o texto escolhido para compor a Antologia do folclore cearense.
(6) Uma das obras mais celebres a que o historiador se dedicou em recompor, e que encontra-se ate hoje nessa mesma biblioteca, foi o Cancioneiro da Ajuda.
(4) Temos uma sintese particularmente expressiva e contundente desta personagem num poema de Manuel Duarte de Almeida, incluido no Cancioneiro Alegre de Poetas Portu gueses e Brasileiros (1879), de Camilo Castelo Branco: "Um grupo de brasileiros,/ Estropiados e poltroes,/ Falam alto de questoes/ De escravos e de cafes" (M.
a--Urografina 292--Schering do Brasil Quimica e Farmaceutica LTDA--Rua Cancioneiro de Evora, 255/339/383--Santo Amaro --SP.
O depoimento escolhido e o de Catulo da Paixao Cearense, poeta e cantor muito conhecido, no Prefacio de seu livro Cancioneiro Popular de Modinhas Brasileiras.
(15) Hablamos de una expresion poetica, recogida actualmente en los Cancioneiros de Ajuda y de la Biblioteca Nacional en Lisboa, el Cancioneiro de la Biblioteca Vaticana y el Cancioneiro de Berkeley, entre otros restos de la tradicion manuscrita, en buena parte, reunidos desde Lisboa o desde Italia en el siglo XV, al calor del humanismo; de tal tradicion forman destacada parte las Cantigas de Santa Maria.
Do Cancioneiro de Amigo, 3rd edn (Lisbon: Assirio e Alvim)
1240-1270), which was discovered in 1913 in Madrid and is currently at the Pierpont Morgan Library in New York; the Cancioneiro da Biblioteca Publica Hortensia (Songbook of the Public Library of Hortensia), from Elvas, Portugal; the Cancioneiro da Biblioteca Nacional de Lisboa (Songbook of the National Library in Lisbon); two sixteenth-century Portuguese manuscripts of songs; the Spanish nobleman Luys Milan's (ca.
Observa-se na primeira estrofe um enunciado que faz uso de um estrio de cancioneiro infantil popular brasileiro, enquanto na enunciacao enunciada da segunda estrofe apela-se a um estilo coloquial.