Euclydes da Cunha

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Cunha, Euclydes da

 

Born Jan. 20, 1866, in Cantagalo; died Aug. 15, 1909, in Rio de Janeiro. Brazilian writer and thinker. Member of the Brazilian Academy of Literature from 1903. Studied military engineering.

Cunha took part in demonstrations by the republicans against the monarchy. His political ideal was a democratic republic. In 1902 he published Os Sertões, a work combining scholarly research and publicism with an eyewitness account of the crushing of the peasant rebellion in Canudos in 1896–97. In analyzing the causes of the rebellion, Cunha exaggerated geographical and racial factors. Os Sertões influenced the subsequent development of critical realism in 20th-century Brazilian literature, in which novels describing the life and struggle of the peasant masses came to occupy a central place. Toward the end of his life, Cunha supported the first socialist organizations in Brazil, founding a socialist group in Sao Paulo in 1901. In his articles he emerged as the first exponent of Marxist ideas in Brazil. The anthology Contrasts and Comparisons (1907) included Cunha’s articles on Russian literature.

WORKS

Castro Alves e seu tempo, 2nd ed. Rio de Janeiro, 1917.
A margem da história, 4th ed. Rio de Janeiro, 1926.
In Russian translation:
“Staraia problema.” In Progressivnye mysliteli Latinskoi Ameriki (XIX-nachalo XX v.). Moscow, 1965.

REFERENCES

Terterian, I. Euklides da Kun’ia—natsional’nyi geroi Brazilii. Moscow, 1959.
Terterian, I. Brazil’skii roman XX veka. Moscow, 1965.
Revista do livro, 1959, no. 7. (Volume dedicated to Cunha; with bibliography.)
Sousa Andrade, O. História e interpretação de “Os Sertões.” Sao Paulo, 1960.
Rabello, S. Euclides da Cunha, 2nd ed. Rio de Janeiro [1966].

I. A. TERTERIAN

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Por esto lo primero que salta a la vista es el texto que Euclides da Cunha, --el celebre autor de Los sertones, la epica de los habitantes de los grandes desiertos-- dedica a la region amazonica.
Euclides da Cunha auferiu fama de grande escritor ao publicar OS SERTOES, em 1902, livro em que narrou a sangrenta campa nha de Canudos, deflagrada contra Antonio Conselheiro.
Hace cien anos, Euclides da Cunha (1866-1909) publico su vasto y famoso libro Los sertones.
Cuida o presente artigo de apresentar uma pesquisa relacionada com as varias edicoes d'OS SERTOES, de Euclides da Cunha, em que fazemos comentarios de ordem filologica de algumas dessas edicoes, pondo em destaque a constante preocupacao do autor (quase uma obsessao) de emendar a obra, buscar o perfeccionismo, oferecer aos leitores um trabalho de primeira qualidade, mormente no que concernia ao aparato gramatical ou a observancia da norma culta da lingua, o que roubava quase o tempo todo desse extraordinario escritor brasileiro.
Foi Silvio Romero quem sugeriu que Euclides da Cunha, na vespera do lancamento de Os sertoes, deitou-se desconhecido para levantar-se na manha seguinte como autor consagrado.
Os dois livros tem em comum a presenca de reflexoes sobre Euclides da Cunha.
Entre los autores mas admirados, que no suelen asociarse al boom por haber publicado antes de la decada de los sesenta estan Juan Rulfo, Jorge Luis Borges, Jose Eustasio Rivera, Alejo Carpentier y, extranamente, Euclides Da Cunha, quien es mencionado por Juan Benet con un gran entusiasmo.
Outro autor brasileiro desse mesmo periodo, e bem mais explicito que Capistrano de Abreu no tocante aos obstaculos a organizacao nacional foi Euclides da Cunha (1866-1909).
A Euclides da Cunha y a la novela de la selva les dedico sendas revisiones noveladas en La guerra del fin del mando (Seix Barral, 1981) y La casa verde (Seix Barral.
Sao eles, Foucault: sa pensee, sa personne, de Paul Veyne, resenhado por Andre Joanilho; Identidade nacional e modernidade brasileira: o dialogo entre Silvio Romero, Euclides da Cunha, Camara Cascudo e Gilberto Freyre, de Ricardo Souza, resenhado por Walter Lowande; Historiografia alema pos-Muro: experiencias e perspectivas, organizado por Rene Gertz e Silvio Correa, resenhado por Sergio da Mata; e Em busca da Idade Media: conversas com Jean-Maurice de Montremy [entrevista com Jacques Le Goff], resenhado por Diogo Roiz.