balata

(redirected from Macaranduba)
Also found in: Dictionary, Thesaurus.

balata

(băl`ətə), nonelastic natural rubberrubber,
any solid substance that upon vulcanization becomes elastic; the term includes natural rubber (caoutchouc) and synthetic rubber. The term elastomer is sometimes used to designate synthetic rubber only and is sometimes extended to include caoutchouc as well.
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 obtained as a latexlatex,
emulsion of a polymer (e.g., rubber) in water (see colloid). Natural latexes are produced by a number of plants, are usually white in color, and often contain, in addition to rubber, various gums, oils, and waxes.
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 from the South American tree Manikara bidentata and from related trees. Its properties are similar to those of gutta-perchagutta-percha
, natural latex obtained from Palaquium gutta and several other evergreen trees of East Asia. The latex, collected by felling or girdling the tree, is allowed to coagulate and is then washed, purified, and molded into bricks for shipping.
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, and its processing and uses are essentially the same. It is sometimes called gutta balata.

balata

[bə′läd·ə]
(materials)
A hard substance, similar to gutta-percha, used mainly in golf balls and belting, which is made by drying the milky juice of the bully tree (Manilkara bidentata). Also known as gutta-balata.
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Quadro 1--Distribuicao das palavras de acordo com as vogais e com as representacoes graficas da coda nasal Vogal /a / Demais vogais Grafema banco, banda, candelabro, dentista, cinto, bonde, <n> espantalho, manteiga, conde, montanha, avenca, rancho, restaurante, renda, linguica, canja, jangada, semblante, bengala, dente, cinco, cajamanga, laranja, ponte, amendoa, macaranduba, manga, amendoim, fruta do mangostao, melancia, conde, ponca, toronja.
Quanto a caracterizacao ecologica, a macaranduba pertence ao grupo das especies tolerantes a sombra, que de acordo com Carvalho (1997), baseado nas definicoes de Swaine e Whitmore (1988), sao especies que tem a capacidade de germinar e se estabelecer sob o dossel, podendo persistir em um mesmo local e crescer apos a formacao de uma clareira.
Entre essas especies, esta incluida a macaranduba, que foi colhida tanto para o aproveitamento da madeira como para a coleta do latex, que era utilizado no processo de fabricacao de goma de mascar.
As mudancas no numero de individuos de macaranduba, no periodo de 26 anos apos a colheita de madeira (1981 a 2007), foram poucas.
Da mesma forma que ocorreu com a macaranduba, a floresta, considerando todas as especie arboreas, tambem foi pouco dinamica no periodo estudado, em relacao a densidade, que variou pouco em numero de individuos no decorrer dos anos, apresentando 929,32 arvores [ha.sup.-1] aos dois anos apos a exploracao (1981) e 1089,59 arvores [ha.sup.-1]em 28 anos (2007).
E na analise estrutural da regeneracao natural realizada por Carvalho (1982), com dados obtidos tambem em 1975, foi registrada 1,1 arvore [ha.sup.-1] de macaranduba com DAP de 5,0 cm a 14,9 cm.
Conforme Carvalho (2001), a recuperacao em numero de individuos em florestas exploradas ocorre de forma rapida, mas isso nao significa que todas as especies recuperam sua densidade inicial rapidamente, como foi demonstrado pela macaranduba, por isso e imprescindivel estudar a dinamica em nivel de especie nas florestas, pois cada especie possui caracteristicas ecologicas proprias.
Em analise comparativa entre alguns estudos realizados na Amazonia brasileira, pode-se dizer que a macaranduba ocorre com maior densidade em tres florestas de terra firme, sendo uma na regiao do Tapajos com ate 7,4 arvores [ha.sup.-1] (OLIVEIRA, 2005), considerando DAP minimo de 5 cm, mesmo apos a exploracao florestal, outra na regiao de Acara e Tailandia com 6,2 arvores [ha.sup.-1] (RODRIGUES et al., 1997), considerando DAP minimo de 10 cm, e outra na regiao de Prainha com 4,7 arvores [ha.sup.-1] (BARROS et al., 2000), tambem com DAP minimo de 10 cm.
Essa mesma tendencia na dinamica da macaranduba tambem foi verificada em relacao a area basal da floresta, considerando todas as especies arboreas (Tabela 1), que aumentou no decorrer dos anos, passando de 20,27 [m.sup.2] [ha.sup.-1] (1981) para 29,10 [m.sup.2] [ha.sup.-1] (2007).
Nos estudos realizados nessa mesma area em 1975, portanto antes de ser explorada, registrou-se uma area basal media de 0,61 [m.sup.2] [ha.sup.-1] para a macaranduba, considerando DAP [greater than or equal to] 15 cm (CARVALHO, 1981) e 0,03 [m.sup.2] [ha.sup.-1] com DAP de 5,0 cm a 14,9 cm (CARVALHO, 1982).