Onda

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The following article is from The Great Soviet Encyclopedia (1979). It might be outdated or ideologically biased.

Onda

 

(also Strel’naia or Shuovini), a river in the Karelian ASSR. The Onda empties from the left into the Baltic-White Sea Canal. It is 197 km long and drains an area of 4,080 sq km. The Onda originates in Uglozero on the eastern edge of the West Karelian Elevation and passes through a series of lakes, including Ondozero. It is fed primarily by snow. The mean flow rate at the Onda Hydroelectric Power Plant, located 7 km from the mouth, is 142 cu m per sec. Water from Vygozero enters the reservoir of the power plant through the Maiguba Canal. The Onda is used for floating timber.

The Great Soviet Encyclopedia, 3rd Edition (1970-1979). © 2010 The Gale Group, Inc. All rights reserved.
References in periodicals archive ?
s Einaudi captured the mood in sleeve notes for the CD version of Le Onde. "If it were a story it would be set on the seafront of along beach.
Meige, que passa a residir e a trabalhar no atelier instalado no res-chao da casa, contiguo a uma galeria de exposicoes temporarias, onde expunha parte dos seus trabalhos.
Deste total foram separados os municipios (onde estao as estacoes) em dois grupos: onde ha ocorrencia natural de araucaria e outro, onde nao ha ocorrencia natural.
Atraves da conjugacao entre a fotografia e o bordado a artista encena um conjunto de autorretratos onde o ato de bordar evoca a experiencia dolorosa de romper a pele.
Quando realizam o ritual do Kiki, as duas secoes de cada metade se reunem enquanto metade: os wonhetky e Kame ficam "no mesmo fogo", ocupam as tres fogueiras que ficam a oeste da praca de danca (o lado onde fica a aldeia dos mortos, lado onde nasce a lua nova e o sol se poe) e a metade KAIRU: kanhru e votor, ocupam as tres fogueiras do lado leste, onde nasce o sol e a lua cheia.
O descritivo, adotado por Portugal (Codigo Comercial Portugues de 1833) e tambem pela Espanha (Codigo Comercial Espanhol de 1885) onde e descrito caracteristicas do que seriam atos de comercio.
Um filme de Joao Salaviza se faz, portanto, nao somente em torno de uma historia, mas compoe-se tambem de "deslocamentos puros", deambulacoes aleatorias onde o real--a "vida intima" que emerge nos encontros inusitados entre corpos e lugares--podera vir a manifestar-se mais intensamente que na historia ficcional.
A primeira parte denominada "Apropriacoes da tradicao", mostra que o eixo das argumentacoes gira em torno das discussoes da pos-modernidade, onde, Rusen de forma eloquente retoma alguns dos escritos classicos do pensamento teoricofilosofico de Kant, Lessing e Droysen a luz de novas interpretacoes.